domingo, 11 de novembro de 2012

Amor de compaixão


Eu lembro a chuva no telhado aquela manhã,
E lembro de todas as coisas que eu queria dizer;
As palavras furiosas que vieram de lugar algum, sem aviso,
Que roubaram o momento e me forçaram a ir embora;
E eu imaginando se algum dia eu voltaria...
E eu lembro que a estrada apenas continuava eternamente,
Simplesmente parecia não conseguir mudar de direção,
Aquilo foi apenas um instante no tempo;
E um instante que nunca esqueceremos,
Um que podemos deixar para trás.
Pois quando houvesse dúvida,
Você lembrará que eu disse...

"Segure na minha Mão"

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